quarta-feira, setembro 22, 2004

(Meus amigos .... Este é seguramente um mail que todos temos a obrigação de

LEIAM E DIVULGUEM.

Em cada 100 euros que o patrão paga pela minha força de trabalho, o Estado, e
muito bem, tira-me 20 euros para o IRS e 11 euros para a Segurança Social.

O meu patrão, por cada 100 euros que paga pela minha força de trabalho, é
obrigado a dar ao Estado, e muito bem, mais 23,75 euros para a Segurança
Social.

E por cada 100 euros de riqueza que eu produzo, o Estado, e muito bem, retira
ao meu patrão outros 33 euros.

Cada vez que eu, no supermercado, gasto os 100 euros que o meu Patrão pagou, o
Estado, e muito bem, fica com 19 euros para si.

Em resumo:

* Quando ganho 100 euros, o Estado fica quase com 55.

* Quando gasto 100 euros, o Estado, no mínimo, cobra 19.

* Quando lucro 100 euros, o Estado enriquece 33.

* Quando compro um carro, uma casa, herdo um quadro, registo os meus negócios
ou peço uma certidão, o Estado, e muito bem, fica com quase metade das verbas
envolvidas no caso.

Eu pago e acho muito bem, portanto exijo: um sistema de ensino que garanta
cultura, civismo e futuro, emprego para o meu filho. Serviços de saúde
exemplares. Um hospital bem equipado a menos de 20 km da minha casa.

Estradas largas, sem buracos e bem sinalizadas em todo o País.

Auto-estradas sem portagens. Pontes que não caiam. Tribunais com capacidade
para decidir processos em menos de um ano. Uma máquina fiscal que cobre
igualitariamente os impostos.

Eu pago, e por isso quero ter, quando lá chegar, a reforma garantida e jardins
públicos e espaços verdes bem tratados e seguros. Polícia eficiente e equipada.

Os monumentos do meu País bem conservados e abertos ao público, uma orquestra
sinfónica. Filmes criados em Portugal. E, no mínimo, que não haja um único
caso de fome e miséria nesta terra.

Na pior das hipóteses, cada 300 euros em circulação em Portugal garantem ao
Estado 100 euros de receita. Portanto Sr. Primeiro Ministro, governe-se com o
dinheirinho que lhe dou porque eu quero e tenho direito a tudo isto.

Um português contribuinte.




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